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Justiça suspende decreto do GDF que permite retomada de atividades

O Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios (TJDFT) suspendeu, nesta quarta-feira (8/7), o decreto assinado pelo governador Ibaneis Rocha (MDB) que permitia que as atividades econômicas fossem retomadas na próxima semana. O pedido atendeu a ação popular impetrada pelo advogado e ex-candidato ao Senado pelo PSol Marivaldo Pereira, o jornalista Hélio Doyle, o cientista político Leandro Couto e o integrante do Conselho de Saúde Rubens Bias Pinto. Eles pediram a intervenção do Judiciário para impedir a reabertura de comércios, academias, escolas, restaurantes, parques e outros até sejam apresentados os estudos que demonstram a ausência de riscos para a população. De acordo com o texto, haverá multa diária de R$ 500 mil caso a decisão não seja cumprida. À coluna, o governador disse que ainda não havia sido comunicado oficialmente. “Não fui notificado, mas tomei conhecimento. Decisão judicial é para ser cumprida e assim será. Mas nós recorreremos dela”, afirmou Ibaneis. Na decisão, o juiz Daniel Eduardo Branco Carnacchioni, da 2ª Vara de Fazenda Pública, acolhe o pedido dos impetrantes e suspende temporariamente a decisão do governador, que já estava em vigor, no caso de academias e salões de beleza. “A urgência é evidente, uma vez que a flexibilização do isolamento e

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Retorno presencial de estudantes em 3 de agosto está descartado, diz Sinpro

Representantes do Sindicato dos Professores no Distrito Federal (Sinpro-DF) se reuniram, na manhã desta quarta-feira (8/7), com o governador Ibaneis Rocha (MDB) para pedir a suspensão da volta às aulas na rede pública de ensino do DF, prevista para 3 de agosto. A informação foi confirmada ao Correio por uma das diretoras do Sinpro-DF, Rosilene Côrrea. Segundo ela, o chefe do Executivo local acatou a sugestão e decidiu que o retorno dos alunos no dia 3 está descartado. Nova data ainda não foi definida. O governador, no entanto, não pretende editar novo decreto e manterá o que está em vigor, que prevê volta gradativa das atividades a partir de agosto. Na reunião, que ocorreu no Palácio do Buriti, o sindicato propôs a retomada para setembro, dependendo do cenário da evolução dos casos de coronavírus na capital. “Dia 3 pode ser que tenha o retorno gradual dos professores, ou de outros profissionais. Mas aulas com alunos, isso não vai ocorrer, pois foi o que ficou decidido na reunião. Nesta sexta-feira (10/7), temos um reunião marcada com o secretário de Educação para um novo planejamento”, frisou. Segundo ela, o adiamento é uma medida para garantir a segurança de toda a comunidade escolar. “Esse

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