História

Com a razão social de Instituto Processus de Cultura e Aperfeiçoamento Jurídico Ltda, a mantenedora iniciou suas atividades com cursos preparatórios para concursos jurídicos especialmente para os cargos de Juiz de Direito e Promotor de Justiça.

Em nove de setembro de 1991, seu criador o Professor Jaci Fernandes de Araújo ministrou a primeira aula. O evento teve lugar em uma loja térrea do velho Edifício Brasília Rádio Center, no SRTN, inicio da Asa Norte de Brasília, tendo como ouvintes três alunos matriculados e alguns colegas do professor, convidados para compor a plateia.

Primera aula do instituto processus

Apesar de sua simplicidade, a nova instituição estava criando um conceito de qualidade de ensino, conceito este que a acompanha até hoje.

Na busca incansável pela qualidade do ensino o Instituto Processus não poupou esforços na procura do melhor corpo docente, constituído, entre outros, por Promotores de Justiça, Juízes de Direito, Desembargadores, Procuradores da República e até mesmo Ministros dos Tribunais Superiores que, com sua expertise em educação, ajudaram jovens advogados a trilhar os caminhos do universo jurídico.

Com o passar dos anos, o Instituto Processus de Cultura e Aperfeiçoamento Jurídico viu-se guindado ao papel de centro de referência e excelência em estudos jurídicos na Capital Federal e no país. Significativamente, inúmeras foram as instituições criadas aqui e alhures com denominações latinas como “Processus” e desideratos idênticos.

Assim, desde 1991 o Instituto Processus tem ministrado cursos de formação para as carreiras jurídicas, sendo o primeiro deles o da Magistratura e do Ministério Público. Cento e sessenta e três (163) juízes de Direito e cento e trinta e quatro promotores de justiça (134), todos ex-alunos da instituição, estão hoje no exercício de seu múnus, comprovando, na prática, a excelência e a qualidade do seu ensino.

Os Cursos de Delegado da Polícia Federal e da Polícia Civil tem sido ministrados ininterruptamente desde 1991, apresentando uma média de aprovação nos concursos públicos de 70%.

Desde 1999 o Instituto Processus ministra o curso preparatório para o exame da OAB apresentando um índice de aprovação de 90%.

Em 2016 o curso de Direito da Faculdade Processus, ao cumprir os critérios estabelecidos por Comissão Especial, foi agraciado com o Selo de Qualidade OAB Recomenda, os principais critérios avaliados para a premiação foi a alta taxa de aprovação dos nossos alunos no Exame de Ordem e a nota máxima recebida pelo MEC no recredenciamento do curso de Direito.

O Selo consiste no reconhecimento das Instituições de Ensino Superior onde são analisados os cursos de Direito em todo o território nacional. Somente 10% dos cursos existentes no Brasil foram contemplados com o selo. Cabe destacar que este curso é frequentado por muitos alunos de outras faculdades de Direito do Distrito Federal, tornando-se um referencial para aqueles que procuram a obtenção do status de advogado.

Por último, a partir de 2001 estão sendo ministrados cursos de Formação de Procuradores Federais, do Banco Central, do GDF e outros. Os alunos que passaram por estes cursos representam 70% daqueles aprovados em concursos da respectiva categoria. Cabe destacar que no ano de 2005 foram aprovados 100% dos alunos no concurso para Procurador do DF.

No concurso de 2001 para Juiz de Direito do Distrito Federal, dos 21 aprovados, 15 foram alunos do Instituto; no de 2002, para o mesmo concurso dos 21 aprovados, treze foram alunos da instituição.

Esses profissionais, que um dia passaram pelos bancos da instituição, estão em exercício no Distrito Federal (em sua grande maioria) e em outras unidades da Federação. Com o passar do tempo, e com a experiência acumulada, as marcas foram melhorando dia a dia, ano após ano.

Mas foi, justamente pela experiência acumulada em todos esses anos de dedicação á formação de profissionais para as carreiras jurídicas, que o Instituto Processus decidiu pela criação de um curso de graduação nesta área. O objetivo foi criar um curso que redimisse o setor das deficiências e problemas de formação observados nos alunos que chegavam às suas salas de Pós-Graduação. E que fosse também, um curso construído a luz de uma grade curricular diferenciada, orientada especificamente para a formação dos operadores do Direito para as carreiras públicas.

Assim, em 2005 foi protocolada, junto ao MEC, a solicitação para o credenciamento da Faculdade Processus de Direito, a qual teve seu efetivo início no dia 13 de março de 2006, segundo a portaria n° 148 de janeiro de 2006. O Curso de Direito funciona no prédio da Asa Sul, nos turnos matutino e noturno, esgotando semestralmente todas as vagas ofertadas. E em Águas Claras nos turnos Matutino e Noturno.

Em 2005 a Faculdade Processus iniciou a construção de um prédio no bairro de Águas Claras, setor nobre e em franca expansão da cidade. O objetivo foi consolidar e ampliar o ensino de graduação e pós-graduação. No primeiro semestre de 2009 começaram a funcionar nesse prédio dois cursos tecnólogos, também voltados para a área do Direito. O primeiro deles foi o curso de Secretariado, autorizado pela portaria n° 394 de 28 de agosto de 2008. O curso de Gestão Financeira foi autorizado pela portaria n° 495 de 06 de novembro de 2008.

Também no prédio de Águas Claras, dentro do planejado pelo PDI anterior, foram autorizados o Bacharelado em Administração Pública (Portaria n° 107, de 22 de junho de 2012), o Bacharelado em Ciências Contábeis (Portaria n° 197, de 04 de outubro de 2012), o Tecnológico em Gestão Pública (Portaria nº 601, de 29 de outubro de 2014), O Tecnológico em Processos Gerenciais (Portaria nº 97, de 1º de abril de 2016) e o Tecnológico em Gestão de Recursos Humanos (Portaria nº 241, de 30 de março de 2017). Dentro das metas do PDI 2008-2012, estavam os reconhecimentos dos cursos, o que ocorreu da forma mais satisfatória:

Por fim, registra-se que na Faculdade Processus, criada e dirigida por um Professor de carreira e não por um empresário comercial, existe uma efetiva valorização do professor, diferentemente do que, de modo geral, ocorre no ensino universitário do Brasil, considerando o magistério a partir de uma visão social do profissional como um sacerdócio devidamente valorizado pelo empregador tanto pela correspectiva remuneração, quanto pelo apoio no exercício de seu ministério.

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